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Fugitivos são capturados após fuga na Delegacia de Água Branca

Pelo menos três dos seis fugitivos da unidade foram encontrados ainda no sábado na região

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Rapidinhas

6 de Fevereiro de 2018 às 09:28

O governador Wellington Dias abriu o ano legislativo na ALEPI sem a presença do deputado Themístocles Filho, presidente da casa, que está em Brasília em um encontro de presidentes de Assembleias Legislativas e, por motivo bem diferente, sem as presenças dos deputados que formam o pequeno grupo de oposição na Assembleia, que inclui nomes como o de Robert Rios, do PDT e Marden Menezes, do PSDB. Eles não compareceram à cerimônia como forma de protesto pelas promessas não cumpridas pelo governador e olha que não foram poucas. Um levantamento recente do Portal G1 revelou que de 25 promessas de campanha, em 3 anos, ele cumpriu apenas 4. Wellington Dias reconheceu que obras importantes, como a do Rodoanel, não foram concluídas e uma obra há muito esperada pela população ele disse que vai começar somente este ano, a construção da nova maternidade.

6 de Fevereiro de 2018 às 09:28

Seja no discurso de Wellington Dias ou na entrevista concedida à imprensa, logo depois, não houve novidades, nada além do que já mostra a propaganda oficial. Um detalhe, porém, chamou a atenção: a defesa dele do projeto de legalização de jogos de azar, de autoria do senador Ciro Nogueira, do Progressista, na contra mão do que vem falando a Polícia Federal e o Ministério Público. Explicação do governador: ele espera que haja tributação dos bilhões movimentados pelos jogos e que os recursos sejam empregados em um Fundo Nacional de Segurança. Sem uma verba definida em um Fundo, como ocorre com a Educação e a Saúde, o governador entende que não é possível combater a criminalidade, que avança pelos estados. O problema é que a população tem urgência e não pode esperar por definição de financiamento para um Fundo, que sabe-se que foi criado desde 2001. O cidadão espera, na verdade, por um plano de segurança, que não existe no Piauí até agora, e que este plano seja capaz de promover medidas de combate ao crime com recursos já existentes e também espera que não ocorra redução de verbas destinadas ao setor com se viu no orçamento do governo estadual para 2018. É preciso priorizar a segurança da população!

1 de Fevereiro de 2018 às 15:12

Assédio não é paquera. Esta é a mensagem que a campanha Folia de Respeito, do MPPI, quer passar aos foliões neste carnaval. Com mensagens como: “Ela não te quis? Aceita e segue o baile”, a campanha traz o “Manual de como ser um folião de respeito no carnaval” com dicas de como aproveitar o carnaval sem machismo e agressividade.

1 de Fevereiro de 2018 às 14:52

O Tribunal Regional Eleitoral do Piauí (TRE-PI) instalou postos de atendimento nas cidades de Paquetá, Queimada Nova, Isaias Coelho, Campo Grande do Piauí, Massapê do Piauí, Alegrete do Piauí, Caridade do Piauí e Jacobina do Piauí.

29 de Janeiro de 2018 às 16:36

A delação do fim do mundo – foi anunciada dessa forma, na época, a colaboração de 77 executivos da empreiteira Odebrechet, incluindo o ex-presidente da empresa, Marcelo Odebrechet. Isso porque se imaginava que essa delação premiada provocaria uma faxina geral entre os suspeitos de crimes de colarinho branco, no Brasil. Mas esta semana, a delação completa um ano com inquéritos no Supremo Tribunal Federal, porque os acusados têm fórum privilegiado, com apenas um denunciado: o senador Romero Jucá, do MDB de Roraima. O Supremo Tribunal Federal abriu 83 inquéritos contra parlamentares de vários partidos e os crimes para ser investigados, na maioria dos casos, são corrupção, lavagem de dinheiro ou caixa dois de campanha. Até agora nenhum político foi preso nem tornado réu. Há duas justificativas: 1ª - a demora para decidir se o ministro Edson Fachin continuaria ou não como relator do caso; somente quase um mês depois o Supremo escolheu Marco Aurélio. 2ª - a opção do STF de notificar os parlamentares a apresentar a defesa antes de apreciar a denúncia. Se a realidade é essa no Supremo Tribunal Federal imagine no Congresso. Mesmo com dezenas de deputados e senadores acusados, um ano depois nem a Câmara nem o Senado puniu ou se quer investigou qualquer parlamentar.

25 de Janeiro de 2018 às 14:53

A Direção Nacional do PT insiste em registrar a candidatura de Lula a presidente da República, mesmo depois da derrota por unanimidade no Tribunal Federal da 4ª Região, em Porto Alegre. Mas, poderá haver impedimento e em um cenário onde a prisão do ex-presidente não é descartada, a Executiva tem um plano B. Neste plano, os nomes cotados para disputar o Planalto pela legenda seriam o ex-governador baiano Jaques Wagner ou o ex-prefeito de São Paulo, Fernando Haddad. O governador Wellington Dias, que na corrida por um virtual quarto mandato perde forças sem a estrela das campanhas dele, participa de toda essa movimentação do Partido dos Trabalhadores. Para expressar o que sentiu com o resultado do julgamento de Lula, Wellington Dias se inspirou em Nelson Mandela, o líder do movimento que combateu a segregação dos negros na África do Sul, quando recebeu sua sentença. "Eu acredito que o momento é de manter a cabeça virada para o sol, manter os pés se movendo para a frente, manter o otimismo e ao mesmo tempo acreditar nas outras instâncias”, disse em nota o Governador. Porém, sem Lula no palanque Wellington Dias não aposta somente no otimismo e na fé e já começa a mudar estratégias para a disputa eleitoral.

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