Publicado em: 04/05/2011 - 16h06min(383 dias atrás)
Campanha de vacinação contra a aftosa é lançada no PI
Adapi dividiu a campanha em 2 etapas,uma no primeiro semestre e outra no segundo
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Em 2010, a vacinação contra a doença atingiu 93,8% do rebanho. Em vários municípios o índice de vacinação foi de 100%.
A Agência de Defesa Agropecuária do Piauí (Adapi) lançou, nesta quarta-feira (4), na Fazenda Recreio, na zona rural de Teresina, a Campanha Estadual de Vacinação Contra a Febre Aftosa 2011. Este ano, a meta é vacinar 1,7 milhão de cabeças de gado no Estado.
A Adapi dividiu a campanha em duas etapas, uma no primeiro semestre e outra no segundo. A primeira etapa começou no dia 1º e vai até o dia 31 de maio, já o período de certificação começa dia 1º de junho e vai até o dia 15. A segunda etapa será do dia 1º a 30 de novembro e a certificação vai até o dia 15 de dezembro.
De acordo com o diretor da Adapi, José Antônio Filho, 2011 será o ano da mudança para a área livre da aftosa no Piauí, e que, no mês de setembro, será feita uma sorologia para verificar se há ou não presença da doença. “Estamos aguardando a equipe do Ministério da Agricultura no segundo semestre, esta sorologia vai para um laboratório verificando a ausência de vírus da febre aftosa nós vamos receber até dezembro o certificado de zona livre com vacinação contra a Febre Aftosa”.
O deputado estadual João Mádison, que também é pecuarista, disse que é preciso a mobilização de todos que é fundamental para o desenvolvimento da Região Sul do Piauí. “O Governo do Piauí está tentando há alguns anos cumprir as metas estipuladas pelo Governo Federal e está conseguindo, precisamos mudar a realidade da pecuária piauiense e é o nosso papel cumprir com os prazos e as etapas da vacinação contra a aftosa.
Em Corrente, no Sul do Estado, onde existe o maior rebanho bovino do Piauí a vacinação do gado já virou costume dos criadores. “A vacinação contra a febre aftosa é de grande importância para todo o Piauí, para a economia, principalmente na nossa região, antes, um bezerro era vendido por R$ 150, hoje, é vendido por R$ 500 o que comprova o quanto melhorou a condição dos criadores do Sul”, disse Benigno Ribeiro, prefeito da cidade.